quinta-feira, 30 de julho de 2026

Luiz Sayão e Franklin Ferreira: Erros Escatológicos

 É chocante ver o pastor Luiz Sayão ter dificuldades para interpretar Mateus 24, principalmente o versículo 34, que fala sobre a geração que veria o tempo do fim. Como se isso não bastasse, a interpretação ainda é levada para o lado de Israel, como se essa nação ainda tivesse algum papel profético.

Pior ainda é ver Franklin Ferreira considerar que Deus tem dois povos: uma Jerusalém terrena e outra celestial, que, juntas, cumprirão algo profético no fim dos tempos.

O que não vejo nesses mestres é a disposição de conhecer aquilo que ainda não conhecem, mas que, mesmo assim, refutam à distância. Refiro-me ao Preterismo Parcial e ao Pós-milenismo.

Orgulho, ego, interesses financeiros e tantas outras coisas podem ser obstáculos para que esses homens abram os próprios olhos — e, consequentemente, os dos outros.

O que os impedem de mudar?

César Francisco Raymundo, editor da www.revistacrista.org

Velhas Mentiras... Aquecimento Global etc.

 Se, em pleno século XXI, você ainda acredita que os índios eram puros, que Portugal roubou o ouro do Brasil, no aquecimento global, no arrebatamento secreto, que a Amazônia vive em chamas, que o planeta está superpovoado, que a ciência é uma deusa infalível e que não estamos vivendo uma ditadura socialista, talvez seja hora de reavaliar as ideias que lhe foram apresentadas como verdades incontestáveis.

Não aceite narrativas apenas porque foram repetidas pela televisão, pelas escolas ou pela grande mídia. Questione, pesquise, compare as fontes e tire suas próprias conclusões.

Acesse www.revistacrista.org e descubra perspectivas que desafiam o pensamento dominante e podem mudar a sua forma de enxergar a história, a política, a ciência e a fé.

César Francisco Raymundo, editor da www.revistacrista.org.

terça-feira, 28 de julho de 2026

Amilenismo e Esquerdismo: de mãos dadas

 Desarmar a população é a primeira coisa que governos esquerdistas e ditadores, em geral, fazem para ter domínio total.

O mesmo acontece em igrejas com seus pastores amilenistas. Esses profetas do caos desarmam suas ovelhas, dizendo que não adianta lutar e abraçar a causa, porque esse triunfalismo fracassará.

Esses pastores, sem se aperceberem, trabalham de mãos dadas com a esquerda política para que o povo de Deus não se levante como um leão.

Os membros dessas igrejas abraçam uma ideia determinista de que não adianta fazer nada; as coisas são assim mesmo.

O Amilenismo é uma doença horrível que colabora com o mal em favor do reino de Satanás.

Mande esta postagem para pastores amilenistas. E, se acharem ruim, eu dobro a aposta.

César Francisco Raymundo, editor da www.revistacrista.org

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Não trabalhar por causa da Volta do Senhor

 Depois de muito tempo e, após muitas reflexões, hoje definitivamente abandonei um erro escatológico que, até então, não considerava erro.

É que, em 2ª Tessalonicenses 3:6-15, fala-se de pessoas que abandonaram o trabalho, e a grande maioria dos comentaristas afirmam que o motivo é que esses crentes de Tessalônica esperavam a volta iminente de Cristo. Mas isto é uma inferência absurda, não uma afirmação explícita do texto.

E, mesmo que fosse assim, isso não daria suporte à ideia de que a Segunda Vinda de Cristo ocorreu no ano 70 d.C., seja de maneira espiritual ou literal.

César Francisco Raymundo, editor da www.revistacrista.org

Estado Intermediário entre a morte e a ressurreição

 A morte é um fechar e abrir dos olhos. Se morre uma vez, acorda-se no Dia Final. Não há sono da morte em um estado de inconsciência, nem estado intermediário, cujas almas, diante de Deus, esperam ansiosamente pelo dia da ressurreição.

O Estado Intermediário entre a morte e a ressurreição vem da nossa noção de tempo linear. Mas o tempo da alma no mundo espiritual não pode ser o mesmo do mundo físico. A Bíblia fornece várias pistas dessa passagem. 

A morte é comparada ao sono por causa da não percepção temporal do falecido, não por estado de inconsciência.

Iremos embora deste mundo em diferentes tempos, mas chegaremos todos juntos no exato retorno de Cristo.

Quem não consegue conceber isso também não pode crer como é possível viajar na velocidade da luz durante um ano enquanto aqui na Terra já se passaram milhares de anos.

O que esperamos é a ressurreição no Dia de Cristo, não uma vida desencarnada.

César Francisco Raymundo, editor da www.revistacrista.org

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Má-fé contra a Bíblia

 Hoje assisti a um vídeo em que o sujeito afirma ter encontrado uma contradição na Bíblia. No Evangelho de Mateus, Judas se enforca; em Atos dos Apóstolos, "rompeu-se pelo meio, e todas as suas entranhas se derramaram".

Esse vídeo me fez pensar na grandeza da Igreja. São mais de dois mil anos de história. Os textos bíblicos já foram examinados milhões de vezes. Incontáveis comentários, dicionários e livros foram escritos. Milhares de teólogos, sacerdotes, pastores, historiadores e mestres dedicaram suas vidas ao estudo das Escrituras.

E, como se isso não bastasse, hoje qualquer pessoa tem na palma da mão um celular com acesso a bilhões de informações por meio do Google e da inteligência artificial.

Mesmo assim, aparece alguém querendo convencer os outros de que descobriu uma "contradição" que escapou a dois mil anos de estudos. Isso não é espírito investigativo. É preguiça intelectual ou má-fé.

É má-fé mesmo.

César Francisco Raymundo, editor da www.revistacrista.org

terça-feira, 21 de julho de 2026

Ser chamado de cristão pelos de fora

 "Em Antioquia, os discípulos foram chamados cristãos pela primeira vez."

— Atos 11:26

Me perguntaram se eu sou cristão. Respondi que não gosto de dizer que sou cristão.

Apenas digo que creio em Jesus Cristo.

Prefiro como aconteceu em Antioquia, quando a identificação dos discípulos como cristãos veio de fora, e não deles mesmos.

O termo cristão significa "parecido com Cristo" ou "seguidor de Cristo".

Quem faz parte da Igreja nunca precisa se autointitular.

Basta que os incrédulos rebeldes, como fizeram no passado, mostrem quem somos.

Mas também existe o lado oposto, pois os incrédulos poderão dizer que não somos de Deus, mesmo apesar das evidências a nosso favor.

César Francisco Raymundo, editor da www.revistacrista.org

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Lançamento

 

https://www.revistacrista.org/literatura_Abordando_a_Vinda_de_Jesus_no_Monte_das_Oliveiras.html

A DESGRAÇA do PESSIMISMO na igreja evangélica

 A maior DESGRAÇA hoje infiltrada na igreja evangélica chama-se PESSIMISMO. Como um câncer que vai corroendo tudo, o pessimismo evangélico tem destruído carreiras, sonhos, projetos e exposto a Igreja de Cristo a zombaria. 

Quem ensina o Amilenismo, Dispensacionalismo, Pré-milenismo e Preterismo Completo é cúmplice nessa maldição.

Mas nossos líderes religiosos são verdadeiras mulas teimosas, pois não querem dar o braço à torcer confessando que ensinam errado. 

Esse pessoal não pode ser tratado passando a mão na cabeça. Eles estão mentido para o povo. O povo está sofrendo pela falta do conhecimento. A perseguição está chegando por causa da omissão em combater o mal.

César Francisco Raymundo, editor da www.revistacrista.org

sábado, 18 de julho de 2026

 


Neste e-book, Vincent Cheung desafia uma das ideias mais difundidas no meio cristão: a de que a cura depende de uma suposta "vontade secreta de Deus". Com base nos Evangelhos e no ministério de Jesus, o autor argumenta que a Bíblia não coloca o foco na vontade divina quanto à cura, mas na fé e na vontade do próprio ser humano de receber aquilo que Deus já providenciou em Cristo.

   Analisando diversas passagens bíblicas, Cheung sustenta que Jesus nunca fez da vontade de Deus a questão central quando curava os enfermos. Em vez disso, perguntava às pessoas se criam e se desejavam ser curadas. A obra convida o leitor a abandonar tradições teológicas que, segundo o autor, enfraquecem a fé, e a retornar ao padrão apresentado nas Escrituras, onde a cura é recebida pela fé em Deus, por meio de Jesus Cristo, de acordo com a vontade do homem.

Download gratuito: https://www.revistacrista.org/literatura_Cura_A_Vontade_do_Homem.html


sexta-feira, 17 de julho de 2026

Assassinos da Fé

 Assassinos da Fé


A vida tem sido muito difícil. Governantes corruptos, ideologias perversas, ameaças e confusão por todos os lados.


Mas o povo de Deus, que deveria ser um exemplo de vitória, esperança e transformação, tem sido intimidado por pastores e teólogos do caos. Para esses mestres, o cristão não pode prosperar, ser curado nem alcançar sucesso. Para cada promessa de Deus, eles sempre apresentam uma desculpa.


Para a cura, dizem que tudo depende de uma suposta vontade secreta de Deus, que talvez queira curar... ou talvez não. Para a prosperidade, afirmam que a vida é sofrimento mesmo e que a pobreza faz parte da "teologia da cruz". Sucesso? Nem pensar. Isso, segundo eles, é mundanismo.


Como se já não bastassem todos os obstáculos impostos pelo mundo, ainda roubam do cristão o ânimo para lutar, sonhar, trabalhar e dar a própria vida por dias melhores. Resta apenas cruzar os braços e assistir ao diabo tomar conta de tudo.


Eu chamo esses líderes religiosos de assassinos da fé. São caçadores da fé alheia. Matam a esperança, sufocam a coragem e transformam promessas em impossibilidades.


Se você é cristão, dê um basta nesse sistema religioso porco.


César Francisco Raymundo, editor da www.revistacrista.org