Grande parte da interpretação bíblica exige inferências: conclusões que não estão explicitamente escritas, mas podem ser deduzidas do conjunto das Escrituras.
Embora o livre exame deva ser incentivado, a Bíblia não deve ser interpretada isoladamente. A ideia de “eu e minha Bíblia sozinhos” tem sido uma fonte histórica de heresias e interpretações simplistas.
O Espírito Santo guiou a Igreja ao longo dos séculos, permitindo que gerações de cristãos preservassem a fé por meio de Credos e Confissões.
Ao ler a Bíblia, precisamos de humildade: não somos os primeiros a interpretar esses textos. A tradição não substitui a Escritura, mas pode nos proteger de conclusões precipitadas e interpretações particulares.
César Francisco Raymundo, editor da www.revistacrista.org
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