Não adianta propor um Brasil calvinista, teonomista ou qualquer ideia baseada em algum “ismo”. No fim das contas, tudo chega ao mesmo lugar da esquerda, da direita ou de qualquer outra ideologia humana.
É claro que quero que as leis de Deus sejam a nossa legislação e que haja cada vez mais políticos e legisladores comprometidos com Cristo.
Mas a grande virada está na conversão em massa das multidões. E não basta somente isso para mudar esta nação; o discipulado tem que ser direcionado, mostrando que os novos convertidos devem aplicar as Escrituras em todas as áreas da vida.
Temos que banir de nossas igrejas a ideia de uma religião privada, cuja devoção se restringe à pessoa e a Deus, deixando o mundo de lado.
Temos que ser como aquele templo da visão de Ezequiel, de onde fluem rios de águas vivas.
César Francisco Raymundo, editor da www.revistacrista.org
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